sábado, agosto 15, 2009

 

Mais um passo em frente, mais um objectivo alcançado




Santa Clara–Vida Nova
Renovação: avança uma nova geração

9 mulheres, 9 homens, 9 elementos com idades compreendidas entre os vinte e os quarenta anos, 9 candidatos que se estreiam, e o muito mais que se poderia dizer.

É a renovação no sentido mais amplo da palavra, é uma nova geração que avança, é Santa Clara – Vida Nova que se fortalece e renova.

Eis a lista completa, com a idade/renovação como principais critérios de ordenação :

Ricardo Leite (a experiência liderando a renovação)
Rita Mota (1ª participação)
Carolina Almeida (1ª participação)
Graça Moniz
Carlos Medeiros (1ª participação)
Albano da Silva (1ª participação)
Sara Gomes (1ª participação)
Elisa Frias (1ª participação)
Andreia Fortes (1ª participação)
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Luís Cabral
João Pacheco de Melo
Mário Abrantes
Eduarda Pain (1ª participação)
Berta Carvalheira
Tony Cabral
Jorge Franco
Lubélia Travassos
Luís Paulo Alves

terça-feira, agosto 11, 2009

 

A “velha” forma de olhar para Santa Clara



Inovando, apostando numa fórmula que motivando e apelando à participação cívica, tem certamente enormes probabilidades de ser a chave da política no futuro, a gestão autárquica em Santa Clara tem sido conduzida por um grupo de cidadãos, que independentemente das suas pessoais opções políticas, sempre colocaram, e continuam a colocar, os interesses da comunidade acima de TODOS os interesses partidários.
É normal que nem todos pensem da mesma forma. Mas é pena!
Pena porque dificulta a conjugação de esforços. Pena porque incita à retaliação, e ao revanchismo políticos. Pena porque estimula o “dividir para reinar”. Pena porque obriga alguns a recorrer às meias verdades e até mesmo à mentira, não evitando as consequentes contradições, o que em nada contribuiu para a tão desejada credibilização da política.
Exemplos não faltam. Vejamos os mais recentes:
Na derradeira tentativa de juntar TODOS à volta da causa que devia ser comum, alguém, para mais com responsabilidades que o deviam obrigar a maior prudência, não se coibiu de atribuir à natureza do partido que representava – nem faltou a fábula do elefante e do escorpião – a ambição de domínio hegemónico, acrescentando ainda que o “desalinhamento” do voto do representante da Freguesia na Assembleia Municipal era a principal causa da falta de cooperação da CMPD com Santa Clara. E nisso não devia estar sozinho, pois passado pouco tempo, um panfleto partidário corroborava a posição ali tomada. Mas a contradição não demorou para se fazer anunciar. Numa apresentação de candidatos autárquicos, foi a própria líder do partido, por sinal, a Presidente da Câmara a que Santa Clara está sujeita, quem disse com todas as letras: “Autarquias que se "deixaram controlar" são "marionetas"”.
Não satisfeitos ou como que na ânsia de “deitar para o lixo” papel com mensagens já ultrapassadas, numa nova vaga, sob o pretexto de “reivindicações crispadas”, o ónus da falta de colaboração é atribuído à Freguesia, e para que a CMPD não apareça como a “má da fita” chamam o Governo dos Açores à colação, como se a beneficiação da Príncipe do Mónaco; a construção da Rotunda “Vida Nova”, que a encima; o projecto e a obra do “Jardim Padre Fernando”; e a atenção dada ao “Castelinho de Santa Clara”, só para citar alguns, não fossem bons exemplos da eficácia de uma intervenção que, por motivos óbvios, só não tem resultado com a CMPD.
Ainda não resultou, mas vai resultar!

A.O. 11/08/09; “Cá à minha moda”

ps- Hoje, pelas 14:00, suportada por centenas de assinaturas de cidadãos recenceados em Santa Clara, mais do dobro das necessárias, foi entregue no Tribunal de Ponta Delgada a lista do Movimento Cívico "Santa Clara - Vida Nova".
Há semelhança do que aconteceu à quatro anos, a contar para as Autárquicas 2009, "Santa Clara - Vida Nova" foi foi a primeira lista a dar entrada.
É uma lista com 50% de renovação, 50% de paridade (a lei só obriga a 33%), 100% de disponibilidade, 100% de proximidade, 100% de experiência (ao contrário de à quatro anos) e 100% de competencia (a lista está ordenada do 1º para o 18º, mas vice versa mantinha o mesmo valor; não há ordenações decrescentes, problema foi escolher 18 entre mais de meia centena).
Está dado o primeiro passo; outros se seguirão!

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