terça-feira, outubro 03, 2006

 

1, 2, 3, Oliveira 4.



Fotos roubadas algures (açores.net, rejsende.dk etc) com a ajuda do google


1. Ponta Delgada: Vandalismo ou desenvolvimento?
Após alguns dias de peregrinação pelas livrarias (sem êxito quanto à intenção de compra, mas ganhando com as visitas plena consciência do interesse e forte procura que a obra despertava), logo que satisfeita a aquisição, não resisti a uma imediata, porém ainda superficial, primeira “vista de olhos”. Que agradável surpresa. Isso, mesmo para quem, como eu, foi seguindo de muito perto a versão digital. Tem toda a razão o Professor Carlos Riley; “é uma monografia histórica de indiscutível mérito e, para além disso, um verdadeiro manual de urbanidade e boas maneiras”. Com o autor partilho o desgosto pelo “alisamento” da orla marítima de Ponta Delgada, enormidade iniciada pelo Estado Novo, mas que como que impelida por forças poderosíssimas ainda não parou. Nem parará se não ganhar eficácia o despertar cívico contra este tipo de vandalismo. Parabéns Dr. Carlos Falcão Afonso. Indispensável.

2. Res publica
Com a revolução já em curso matam Miguel Bombarda (03/10/910). Perante algumas hesitações, temendo o pior, Cândido dos Reis suicida-se. Machado dos Santos e a Carbonária mantêm-se firmes. A revolução está na rua, entregue ao povo.
Antero, cerca de 40 anos antes, Manuel de Arriaga e Teófilo Braga, desde a primeira hora.
Viva a Pátria Açoriana.

3. Apito enferrujado.
C
omo se já não bastasse todo o resto, ficamos agora a saber que até o ouro oferecido aos árbitros não era “de lei” (veremos se esta não é mais uma manobra para descriminalizar os corruptos?). Que mais faltará para ser falsificado no “maravilhoso” mundo do futebol? Que cambada de vigaristas...!

4. Desdobramento.
Tarde é o que nunca chega. Se tudo correr bem, em breve – espero que já na próxima semana – a minha passagem por este espaço passa a quinzenal. Ganham os leitores, entre outras razões, porque descansam deste meu “chover no molhado” semanal. Ganho também eu; é que com um compasso mais lento a “obrigação” será mais tranquila. E, assim o espero, também bem mais proveitosa.

Do próprio, in A. O. 03/10/06; “Cá à minha moda”



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