domingo, janeiro 04, 2015

 

2015



Sem querer entrar em concorrência com os muitos “Zandingas” habituais desta quadra, confesso que, como já há muito não acontecia comigo, é grande a minha convicção de, finalmente, o “Ano Novo” poder vir a ser melhor que o “Ano Velho”!
Não. Não é que tenha “embarcado” na propaganda daqueles que não obstante ainda recentemente dizerem “se estar a lixar para as eleições”, agora, dopados pelo frenesim pré eleitoral, até dizem terem-se já dissipado as “nuvens negras” que eles próprios, contra tudo e contra todos, obcecadamente, se encarregaram de escurecer o mais possível (e não fora o Tribunal Constitucional, ainda maior seria o negrume!). 
Não. Definitivamente não “embarquei”, nem “embarco”, na tão cínica quanto enganosa “cantiga” do desafinado duo “Pedro & Paulo”, sonambulamente dirigido a partir do palácio de Belém. 
Esta minha convicção – a de, finalmente, podermos vir a ter um “Ano Novo” melhor do que o finado – é fundamentada numa premissa simples: depois de dois “anos horribillis” difícil será vir, logo de seguida, um terceiro ainda pior! O grave é se a lei das probabilidades não funciona! E os primeiros sinais não foram nada encorajadores: não foi que Ponta Delgada atrasou-se na entrada do ano? Atrasada e envolta em nevoeiro! E logo tudo isso a acontecer no ano em que, e tal como a minha convicção apontava, era grande a vontade para encontrar uma réstia de optimismo.
Bom. Ignoremos os presságios. Até porque o dia um já passou, hoje é dia três, amanhã será Domingo, e para principiar tivemos logo um feriado, uma Sexta e um Sábado, tudo de enfiada.
Que tenham TODOS um ano com muita saúde, próspero e feliz. Mas, não se esqueçam, isso só vai lá se cada fizer a sua parte! BOM ANO. 

AO. 03/01/2015; “Cá à minha moda" (revisto e acrescentado) 



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