terça-feira, maio 09, 2006

 

Porque não pôde ser de outra maneira...


("Clikando aumenta e permite a leitura")
*
*Ponto 5 (página 11) do malogrado Plano d(o)e Negócio(s)

TUDO RESOLVIDO COMO SE VÊ!

Mas, para quê "chatear" com tanta "balela"

se:

Até quanto à história,
persistem em viver
da ilusão, e na mentira?




****Outubro de 1922******* Março de 1927****** Junho de 1927***
.....

De regresso às páginas do decano dos jornais açorianos – e, por pouco, quase também dos jornais europeus –, por mais que o quisesse evitar (esforcei-me. Acreditem!), exigiu a minha consciência que o tema de abertura fosse; Clube Desportivo Santa Clara.
Outra época terminou, e, os objectivos pomposamente anunciados, de novo – qual alucinogénico –, só serviram para embalar, e “animar a malta”!
Se, quanto à parte desportiva, nada do que se está a passar seria preocupante não fora o passado irregular, obscuro, desregrado, durante o qual, irresponsavelmente, foram excedidas as capacidades do clube – subir; SIM. Fazê-lo “a qualquer preço”; NÃO! –, tudo muda de figura tratando-se de outro tipo de objectivos: O passivo continua a engordar; os compromissos a serem ignorados; os prazos a prorrogarem-se (facilita o presente, e, quanto ao futuro... logo se vê. Pudera!), e – “esta é que é esta” –, das muitas soluções milagrosas saídas da cartola de artista, não há uma para amostra, da qual, dada a sua importância, se possa dizer: “Benza-os Deus!” (só espero que, por pudor, não se vangloriem dos “milagres” do fim da época passada - a não descida na última jornada -, assim como do “milagre” que precedeu o início da época que terminou - a inscrição “last minut”)!
Até mesmo aquilo que, por fim, parecia já ter “entrado nos eixos” – cumprir os estatutos com zelo. Atitude que publicamente cheguei a elogiar –, regressou à cepa torta. Em ano eleitoral, o orçamento, vai para oito meses, continua por aprovar – estratégia?
Bom. E o que pensar do “assobiar para o lado” quanto ao convocar a AG - compromisso assumido pelo PAG perante a própria AG - para discutir a possibilidade de levar a efeito uma auditoria (jurídico/contabilística), credível e independente?
Mais do mesmo. Claro!
Do próprio, In A. O. “à minha maneira” (acrescido de mais centena e meia de caracteres).



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